Livro: Innovatrix – Inovação para não gênios

A inovação é um tema cada vez mais recorrente nas organizações, sejam grandes ou pequenas. Na área de e-learning e T&D somos pressionados a fornecer soluções mais baratas, criativas e eficazes. No entanto, a prática de inovar ainda está envolta em uma aura de idealização, como se inovar fosse um dom especial reservado a gênios como Thomas Edson e Steve Jobs.

A proposta do livro Innovatrix (2010, Editora Agir) é desmistificar os caminhos para a inovação por meio de métodos próprios. Os autores, Clemente Nóbrega e Adriano Lima fornecem explicações claras e pragmáticas que prometem tornar acessível a qualquer mortal, a inovação no ambiente organizacional.

O livro é resultado de uma pesquisa que teve como ponto de partida um estudo realizado pelo engenheiro e cientista russo Genrich Altshuller. Com ele, descobriram que é possível construir, a partir da ciência, o conhecimento prático para inovar nas empresas.


Livro: Mergulho na Base da Pirâmide

O livro Mergulho na Base da Pirâmide – Uma nova oportunidade para sua empresa (Ed. Virgília, 2009) , do consultor André Torreta,  traz à atenção o mercado de baixa renda (o mercado da maioria!), que vem se tornando cada vez mais importante nos últimos anos devido o crescimento da economia, incluindo milhões de novos consumidores, com hábitos e caracterísiticas próprias.

Estas pessoas não podem mais ser simplesmente ignoradas, nem como clientes, nem como público-alvo.

O e-learning tem um potencial fantástico em popularizar o ensino e levá-lo até as periferias, visto que o acesso às tecnologias vem se tornando mais acessível, enquanto a distância até os grandes centros continua uma barreira.

Acredite, todo dia eu pego trem e a quantidade de pessoas com smartfones é absurda. Nossas viagens duram cerca de uma a duas horas. Onde estão os cursos mobile para este público?

Além do livro, que tem prefácio escrito pelo Mano Brown, a quem se interessar pelo assunto recomendo ouvir a entrevista do autor na CBN.


Aprendizado informal – Direto ao ponto

O aprendizado informal talvez seja umas formas mais essenciais de ensino e umas das mais desapercebidas pelas organizações. Por exemplo, enquanto você lê este artigo, adquire certos conhecimentos . Esse conhecimento não faz parte de um curso formal (não, não posso dar diplomas!), mas ele pode ajudá-lo de maneira prática. Esse fenômeno se repete com relação à toda informação disponível na internet, representando uma abundância de conhecimento informal  confiável, gratuito e de fácil acesso.

O aprendizado informal privilegia a aquisição de pequenas quantidades de conhecimento para a resolução de problemas práticos. Suponha que você queira preparar uma receita de pão de queijo. O que fazer? Um curso de gastronomia? Óbvio que não…. você busca a receita, que nada mais é do que um tutorial passo a passo para a resolução de um problema.

(Não requer diploma)

O aprendizado informal pode ser uma poderosa ferramenta de treinamento e desenvolvimento organizacional. Eu vejo dois bons motivos para isso:

1 – O aprendizado informal é atualizado e custa pouco

A matéria-prima do aprendizado informal é o conhecimento prático dos funcionários, ou seja, de quem detém o domínio sobre o assunto. São saberes refinados pelos anos de prática e atendimento à companhia. É um conhecimento sob medida que passou por diversas provas: o dia-a-dia do trabalho. Por um lado você não encontra isso em nenhuma outra parte, mas por outro lado, ele está próximo e de certa forma o único preço disso é transformá-lo de conhecimento tácito à explícito.

2 – O aprendizado informal requer menos tempo do funcionário

Como comentado anteriormente, o foco do aprendizado informal é a resolução de problemas….. afinal de contas, não é isso o que todos nós queremos? Pequenos pedaços organizados de informação, que vão direto ao ponto, reduzem o tempo em que o funcionário pára o trabalho em busca de conhecimento, reduzindo o custo operacional e deixando-o livre para aplicar o conhecimento com eficácia e criatividade.

Abaixo alisto alguns sites voltados para o aprendizado informal no sentido mais prático: tutoriais passo-a-passo.

http://www.ehow.com/

http://www.tutoriaisphotoshop.net/

http://pt.wikihow.com/

Em um próximo artigo comentarei sobre formas de reter e aplicar o aprendizado informal nas organizações.


Game online simula combate à epidemia de gripe

No jogo online The Great Flu o jogador participa de uma batalha contra o vírus influenza. Durante o jogo, o jogador aprende como o mundo pode ser preparar para uma ameaça de pandemia gripal  e as medidas necessárias para combatê-la. Veja abaixo a abertura do jogo:



O game online mostra que podemos nos preparar para a doença provocada pelo vírus e que a investigação científica desempenha um papel fundamental nesta preparação.

O jogador coloca-se nos papel de uma organização internacional para gerir um surto mundial de um novo vírus influenza, antes que se transforme em uma pandemia. As medidas que podem ser tomadas pelo jogador custam dinheiro e seu orçamento é limitado. É uma corrida contra o relógio.

Jogue o jogo aqui: http://www.thegreatflu.com




Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)

Esta apresentação faz parte dos “Cinco Motivos para Aplicar o e-Learning em sua Empresa”, ainda em desenvolvimento.

Nesta segunda parte, apresento o e-learning como ferramenta que realmente ensina e oferece aprendizado efetivo sem as limitações da sala de aula.

Os próximos motivos serão:

* É flexível
* É a alternativa sustentável
* Promove a era do conhecimento

Esta série de apresentações visa sensibilizar as empresas ao potencial do e-learning em suas diversas modalidades.


Para refletir: escolas matam a criatividade?

Ken Robinson, especialista em criatividade, questiona o modo como estamos educando nossos filhos. Nesta brilhante apresentação, ele defende uma reformulação radical do nosso sistema escolar, para cultivar a criatividade e reconhecer vários tipos de inteligência.

Assista a segunda parte da palestra clicando aqui.

(Há tempos queria compartilhar este vídeo com vocês e, graças ao trabalho do canal TED Talks Português no You Tube, só agora foi possível encontrá-lo com legendas em português.)