Posts filed under 'Insights'

Me dê motivos…

Se você já acessou meu novo site www.eduardoleopold.com.br, deve ter percebido que ele tem uma abordagem diferente.  Como mencionado em post anterior, meu interesse não é apenas divulgar o e-learning, mas apoiar empresas em seus próximos projetos, como consultor e fornecedor de e-learning sob medida.

Três motivos me levaram a esta conclusão:

Primeiro: já chegou a hora para que o fornecimento de e-learning seja tão rápido e eficiente quanto o ritmo dos negócios, a ponto de levar dias para ser entregue, e não meses.

Segundo: também acredito que chegou a hora das pequenas e médias empresas incorporarem e-learning de qualidade a um custo acessível. A maior parte do mercado de e-learning atende as Top 200. Eu, assim como tantos empreendedores no Brasil acredito no poder das pequenas e médias.

Terceiro: por fim, estou convencido de que eficiência e qualidade não apenas reduz despesas, mas aumenta o alcance do e-learning para atender necessidades cada vez mais específicas.

Estes argumentos estão por trás dos artigos publicados aqui no Fazendo e-Learning. Assim, continuarei atualizando este blog, fornecendo dicas e sugestões para melhorar o aprendizado online. Se você, assim como eu, está interessado nestes temas, volte sempre ou assine o RSS!

Add comment 26/11/2009

Realidade aumentada no Iphone prefigura revolução no ensino digital

O novo aplicativo Iphone Paris Metro, disponível na Apple Store utiliza a realidade aumentada de maneira inovadora. Se você apontar a câmera para a cidade, as estações mais próximas serão indicadas, bem como, a direção e a distância. O aplicativo também mostra onde está a Starbucks e o Mac Donalds mais próximos.

Acredito que isto seja apenas a ponta do iceberg para a realidade aumentada. Imagine se ao invés de indicar lanchonetes, o aplicativo indicasse roteiros históricos, ou montasse trajetos “instrucionais”, fazendo o aluno aprender literalmente em ação, ou ainda, combinando mapas e papéis, formando jogos em rede… as possibilidades são infinitas.

Confira o vídeo:

Add comment 02/09/2009

Porque e-learning não é ensino mecanizado

lgumas pessoas confundem e-learning com mecanização da informação. Acreditam que se aprenderem por um PC estarão perdendo algo que com certeza teriam se tivessem em sala de aula. Por outro lado, alguns acreditam que e-learning seja apendizado de baixa qualidade, simplesmente porque é feito sem uma pessoa ao lado, e portanto, é mecanizado.

Mas afinal de contas, o e-learning não é isso? A resposta é… não!

O fato é que o e-learning quando é aplicado corretamente tem muito de humano.

As empresas que investem no e-learning tentando aplicar o velho modelo de industrialização, ou seja, simplesmente trocar a pessoa (instrutor) pela máquina, cometem um grave erro porque é impossível o aprendizado sem participação humana.

As etapas de desenvolvimento do e-learning seguem o modelo ADDIE, que correspondem às etapas de Análise, Design, Desenvolvimento, Implementação e Avaliação. Todas as etapas envolvem profunda participação de diversos profissionais. Um programa de e-learning envolve especialistas no conteúdo, o designers instrucionais, os desenvolvedores de mídia digitais e frequentemente, revisores de usabilidade e texto. Todos devem compreender não apenas o assunto a ser abordado, mas a realidade vivida pelo público-alvo de forma a adequar o e-learning ao máximo às suas necessidades.

Isso não se parece com a produção de um e-learning:

O desenvolvimento de um e-learning tem mais a ver com isto:

Além disso, o trabalho não termina com a entrega do curso. A etapa de avaliação deve garantir que sejam recolhido os indicadores de aproveitamento e lições aprendidas que darão suporte para futuras melhorias e definirão os rumos para outros treinamentos.

Assim, o modelo ADDIE garante que a aplicação de um e-learning seja resultado de um trabalho de especialistas em instrução digital que acompanharão o treinamento e irão melhorá-lo continuamente. Isso para não falarmos no ambiente no qual o e-learning está inserido. Muitos ambientes de aprendizado, seguindo a tendência da Web 2.0 são altamente colaborativos e dependem exclusivamente de participação de pessoas para seu funcionamento.

Assim, o e-learning, e aqui incluo cursos, apostilas, podcasts, redes sociais entre outros, são mídias digitais, mas que em cada ponta, tem pessoas envolvidas que constróem um aprendizado essencialmente humano.

1 comment 01/07/2009

Como o e-learning pode quebrar barreiras entre aprendizado e trabalho

No artigo anterior comentei sobre a importância do e-learning focado em mudança de desempenho. Em meu trabalho, busco alcançar isso por adotar diferentes estratégias para, cada vez mais, produzir cursos baseados no mundo real.

Mas até onde podemos levar o e-learning para o mundo real? As possibilidades tecnológicas diminuem cada vez mais as fronteiras entre aprender e aplicar o conhecimento adquirido e o e-learning pode fazer parte do trabalho em si. Isso aconteceu em um projeto meu recente sobre Gestão de Riscos para gerentes de uma grande companhia. Veja como foi:

O objetivo do projeto

A meta era sensibilizar os gerentes para a avaliação de riscos em seu departamento. No início do curso eu fiz os alunos refletirem nos riscos de seu departamento e descreverem isso em campos específicos. Ao longo do conteúdo, recuperei as informações preenchidas e as utilizei para eles calcularem a freqüência e severidade do risco, e terem idéia do risco residual de sua área. Assim, o aluno aprendeu não a partir de exemplos genéricos, mas de riscos identificados por ele próprio e que dizem respeito à sua área.

A inovação

Até aí estávamos satisfeitos, pois haviamos atingidos os objetivos do curso por personalizar o conteúdo e focar na atividade real dos alunos, que seria de avaliar os riscos de sua área. Mas fomos além. Os riscos preenchidos pelos gerentes agora alimentam um relatório disponível para o CRO (Chief Risk Officer) que ele utilizará nas suas reuniões com os gestores para a definição dos riscos de cada área.

Benefícios

Assim, o e-learning funcionou não apenas como aprendizado, mas como primeira etapa na estruturação dos dados a serem analisados pelos gestores, sendo parte inicial do projeto de mapeamento de riscos que traçará a estratégia global da companhia para o repasse de recursos para a filial Brasil.

Existem muitas outras formas para unir aprendizado e trabalho. Mais do que recursos tecnológicos, é necessário uma abordagem extremamente prática para o e-learning.

Considere:

  • Após o curso, que atitudes práticas são esperadas do aluno? É possível “embutir” estas tarefas ao longo do curso?
  • Qual tecnologia eu posso utilizar para que ocorra esta interação?
  • Se o curso já tem o material fechado, vale a pena dar uma passo para trás e reforumá-lo de forma a integrar com uma atividade do trabalho?

Estas são algumas perguntas que eu tenho feito. Em breve trarei mais sugestões práticas sobre como aplicar esta metodologia e tornar o e-learning parte integrante do trabalho.

Saiba mais sobre projetos e-learning:

Projeto WEG ganha prêmio – Veja as lições aprendidas deste projeto premiado no e-Learning Brasil 2008.

E-learning como oportunidade contra a crise – Confira como o e-learning pode ser metodologia imbatível em tempos de crise (ou não).

Add comment 12/06/2009

Comunicação corporativa via mídia social

Crédito da tradução: Sedentário&Hiperativo =)

Imagem1

Add comment 28/05/2009

Inspiração: Infográficos para contar histórias

Os infográficos são largamente utilizados tanto na mídia impressa com nos ambientes virtuais. Eles ajudam a visualizar dados abstratos e facilitam o aprendizado. Funcionam muito bem em cursos online, principalmente quando combinados com interatividade e relações de causa-e-efeito.

Há alguns meses, comentei sobre eles neste artigo.

O clipe abaixo utiliza de maneira criativia e inovadora os infográficos para contar a história de Chapeuzinho Vermelho. Enjoy!

Add comment 26/05/2009

Vídeo – Por uma re-moralização do trabalho

Nas empresas de hoje a gestão de pessoas oscila basicamente entre regras e incentivos. Em regras incluem-se as políticas de horário, métodos de trabalho, currículo de cursos e restrições em geral. Os incentivos referem-se àquilo que estimulam as pessoas a continuarem aceitando as regras, ou seja: salário, reconhecimento, diplomas e bonificações.

No vídeo abaixo, Barry Schwartz argumenta de forma veemente que as regras muitas vezes nos falham, incentivos podem se tornar tiros que saem pela culatra, e que a sabedora prática nos ajudará a reconstruir o mundo. Isso pode ser parte das novas premissas para treinamento e desenvolvimento dos profissionais do futuro.

Este vídeo é um belo apelo à re-moralização do trabalho, baseada em nossa virtude e à capacidade de improvisar.

vídeo

Add comment 25/05/2009

Motivos para aplicar e-learning em sua empresa (motivo 3 de 5)

Esta apresentação faz parte dos “Cinco Motivos para Aplicar o e-Learning em sua Empresa”, ainda em desenvolvimento.

Nesta terceira parte, apresento o e-learning como alternativa sustentável para empresas preocupadas em diminuir seu consumo de energia, emissão de dióxido de carbono e uso de papel.

Os próximos motivos serão:

* É flexível
* Promove a era do conhecimento

Esta série de apresentações visa sensibilizar as empresas ao potencial do e-learning em suas diversas modalidades.

Confira as apresentações já publicadas:

* Ensina de verdade
* Reduz custos

Add comment 15/05/2009

Blogs: aplicações corporativas

A gestão do conhecimento é fundamental para se conseguir alcançar a excelência operacional nos processos internos de qualquer tipo de negocio.

Os blogs já nasceram com muitas características necessárias para uma gestão do conhecimento eficiente, como:

  • possibilidade de buscas por palavras-chave.
  • classificação do assunto por categorias.
  • simplicidade de atualização.

Eles permitem encontrar a informação rapidamente e aumentar a produtividade por meio de uma ferramenta de baixo custo. Abaixo, seguem algumas aplicações práticas desta ferramenta no ambiente organizacional.

Relacionamento e suporte ao cliente

No relacionamento com o cliente o blog pode funcionar como uma importante ferramenta de marketing. Ele não é substituto para a página web tradicional, já usada pela maioria das empresas. No blog, além de consultar o que a empresa tem a dizer, o cliente também conversa com ela. Seu papel é trazer para perto da empresa seus clientes, funcionários ou mercado e dar uma cara mais humana ao relacionamento cliente-funcionário-empresa.

Os blogs possibilitam diálogos mais sinceros e confiáveis, pois são feitos de pessoa-a-pessoa e não de pessoa-a-empresa. Além disso, se antes tratávamos o público por segmentos como homens, mulheres, jovens e idosos, com os blogs passamos a tratá-los por indivíduos. Além disso, ao comentarem no blog, os clientes deixam importantes dicas de seus gostos e necessidades, muitas vezes acompanhados de dados pessoais como nome, cidade, idade, e-mail, entre outros. Estas informações podem apoiar o sistema de CRM na organização, auxiliando no conhecimento do cliente, no histórico de contato destes com a empresa, na escolha de parceiros e na integração dos departamentos da empresa tendo o cliente como elo.

No suporte ao cliente, o blog pode atuar como um portal de informações técnicas sobre os produtos e serviços oferecidos pela companhia, trabalhando em paralelo com sistema de call center e atendimento técnico, aliviando as chamadas deste atendimento de maneira menos custosa, pois o blog possui baixo custo de manutenção e atualização comparado aos sistemas tradicionais de atendimento ao cliente. A idéia na utilização do blog neste sentido não é substituir as ferramentas já existentes de suporte ao cliente, mas efetuar em paralelo ao suporte com informações importantes ou perguntas mais freqüentes.

Gestão de projetos

O blog pode ser uma ferramenta mais útil para a gestão de projetos do que o e-mail, pois centraliza e mantém as informações acessíveis para outras áreas da empresa. Isso é fundamental para projetos que exijam um envolvimento organizacional completo.

Alguns tipos de informação que poderiam ser armazenados em um blog de gestão de projetos são: problemas encontrados, agendamento de reuniões, comunicação de mudanças, orientações da equipe, troca de arquivos ou informações específicas importantes, lições aprendidas, entre outras.

Comunicação interna e relações públicas

Para a comunicação interna, o blog tem uma função parecida com a da intranet corporativa: é um canal de comunicação de assuntos de interesse da companhia e seu corpo de colaboradores. No entanto, a diferença está na facilidade e dinamismo da ferramenta blog nesse tipo de tarefa.


Um representante da alta direção ou mesmo o responsável pelas comunicações internas pode escrever para todos os funcionários, reunir as opiniões de todos os funcionários de forma praticamente instantânea, e ao mesmo tempo, abrir caminho para uma gestão transparente e clara. Se o assunto é gestão de mudanças, integração de colaboradores ou a comunicação de noticias internamente, o blog tornará essa tarefa algo simples e eficaz, os funcionários escreverão e passarão a se sentir mais envolvidos com a empresa e, mais ainda, ficarão alinhados com a estratégia da companhia mais facilmente, devido ao canal aberto e espaço para comentários.

Na era em que vivemos, funcionários e clientes tem voz ativa nas decisões organizacionais, ao mesmo tempo em que o conhecimento passa a ser o ativo mais valioso das companhias. Assim, comparado com outras mídias, o blog destaca-se por ser um canal bi-direcional de comunicação com resposta rápida e baixo custo de implementação e atualização.

Se desejar saber mais sobre aplicações corporativas de blogs, conheça o livro Blog Corporativo, de Fábio Cipriani.

Add comment 17/04/2009

O que é o processo criativo?

Esta é uma pergunta difícil de responder, mas o pessoal do DDO tentou representá-lo com o fluxograma abaixo.

Segundo o site, o processo criativo não é sequencial, é recursivo. Funciona como galhos de uma árvore, e cada escolha tem ramificações, que não podem ser conhecidas antecipadamente.

Veja de perto clicando aqui.

Add comment 07/04/2009

Inspiração – Video: A crise financeira visualizada

A crise financeira é algo que muito temem mas nem todos entendem. Estes vídeos traduzem a crise de maneira de forma atraente e fácil de entender.

Estes vídeos exemplificam como um bom design instrucional pode facilitar o aprendizado de temas complexos e como as tecnologias combinadas ajudam a entregar mais informação em menos tempo.

Parte 1

Parte dois

Add comment 26/03/2009

Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 2 de 5)

Esta apresentação faz parte dos “Cinco Motivos para Aplicar o e-Learning em sua Empresa”, ainda em desenvolvimento.

Nesta segunda parte, apresento o e-learning como ferramenta que realmente ensina e oferece aprendizado efetivo sem as limitações da sala de aula.

Os próximos motivos serão:

* É flexível
* É a alternativa sustentável
* Promove a era do conhecimento

Esta série de apresentações visa sensibilizar as empresas ao potencial do e-learning em suas diversas modalidades.

3 comments 12/02/2009

Motivos para aplicar e-learning na sua empresa (Parte 1 de 5)

Esta apresentação faz parte dos “Cinco Motivos para Aplicar o e-Learning em sua Empresa”, ainda em desenvolvimento.

Nesta primeira parte, apresento o e-learning como ferramenta capaz de reduzir drasticamente os custos com aplicação de treinamentos corporativos.

Os próximos motivos serão:

  • Ensina de verdade
  • É flexível
  • É a alternativa sustentável
  • Promove a era do conhecimento

Esta série de apresentações visa sensibilizar as empresas ao potencial do e-learning em suas diversas modalidades.

6 comments 21/01/2009

Para refletir: escolas matam a criatividade?

Ken Robinson, especialista em criatividade, questiona o modo como estamos educando nossos filhos. Nesta brilhante apresentação, ele defende uma reformulação radical do nosso sistema escolar, para cultivar a criatividade e reconhecer vários tipos de inteligência.

Assista a segunda parte da palestra clicando aqui.

(Há tempos queria compartilhar este vídeo com vocês e, graças ao trabalho do canal TED Talks Português no You Tube, só agora foi possível encontrá-lo com legendas em português.)

Add comment 15/01/2009

O eLearning como oportunidade contra a crise

Espero que todos tenham aproveitado este fim de ano e estejam com as energias renovadas para 2009. Este ano promete ser desafiador em diversos setores, mas para os profissionais de educação, pode ser uma grande oportunidade de fazer a diferença.

Crise? Que crise?

Crise? Que crise?

É esperado que a crise econômica de 2008 reflita no orçamento das empresas em 2009. Isso pode ser traduzido como corte de verbas e pressão por resultados rápidos.  E é fato conhecido que, normalmente, as primeiras reduções de investimento ocorrem na área de treinamento. Como profissionais de eLearning isso talvez nos deixe apreensivos, mas nada de pânico! Selecionei abaixo alguns argumentos de como o elearning pode ser um agente essencial para as empresas em tempos de crise:

O treinamento virtual custa menos…

Sim, o argumento é antigo, porém em tempos de crise financeira, torna-se importantíssimo: um curso feito sob medida compensa o investimento em curto e médio prazo, pois não requer locação de salas, transporte, hospedagem e toda infraestrutura necessária para a aplicação de treinamento presencial. Além disso, o material pode ser reaplicado inúmeras vezes, reduzindo o custo por aluno a níveis baixíssimos. Para uma empresa que ainda não utiliza elearning, este fator pode ser suficiente para ela adotar esta metodologia.

…alcança o funcionário em seu local de trabalho…

Qualquer funcionário que tenha acesso à Internet pode realizar um curso eLearning no seu local de trabalho, permitindo a ele voltar às suas atividades instantaneamente. Isso pode reduzir em até 60% o tempo gasto no treinamento. O interessante é que essa vantagem também se aplica as equipes que se deslocam constantemente, pois tendo acesso à Internet móvel, poderão ser treinadas até mesmo durante viagens a clientes ou em salas de espera de aeroportos ou cafés. Além disso, com o eLearning não perde-se tempo com longas apresentações e coffee breaks.

Ao aplicar cursos via eLearning, a empresa garante que o tempo dedicado ao treinamento é totalmente concentrado ao aprendizado, reduzindo o tempo em que o aluno está indisponível.

…e é aplicável no volume e velocidade personalizados.

No treinamento presencial, o ritmo da aula ocorre com o decorrer da matéria pelo professor, que nem sempre é o mesmo do aluno, que pode não entender algo e se sentir encabulado para tirar dúvidas ou pedir a repetição de um conceito. Com conteúdo interativo online isso não acontece, o treinamento pode acompanhar o ritmo de cada aluno. Ele pode parar e recomeçar de onde parou, ou rever um conteúdo, sem prejuízo ao resto da turma.

Assim, o conteúdo pode ser aplicável em partes menores que causem menos impacto no desenvolvimento das atividades cotidianas.

Para finalizar, vou aplicar uma frase que li do empresário Abílio Diniz:
“Em tempos de crise, muitos choram; nós vendemos lenços”.

Este é o espírito!
=D

4 comments 05/01/2009

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