O que torna um curso interativo?

É comum um cliente de elearning reclamar que esperava que o seu curso online tivesse mais efeitos animados, elementos clicáveis e recursos multimídia.

Na verdade, recursos como cliques e janelas que abrem e fecham são uma interação com a tecnologia, o que é diferente de fazer o usuário interagir com o conteúdo, ou seja, dar a ele poder de decisão sobre o assunto abordado, adequando-o à sua necessidade.

Acredito que a real interatividade de um curso online seja aquela que aproxima o usuário do conteúdo!

Add comment Maio 8, 2008

Exemplos de cursos online

Às vezes tudo o que falta pra gente é uma boa referência, um exemplo que dispare nossa criatividade! No link abaixo você tem acesso a uma página com vários exemplos de cursos online, desde recursos interativos, até exercícios e simulações. Faça bom proveito!

Exemplos aqui

Aliás, a Cathy Moore é uma designer intrucional que, por meio do blog dela, sempre me ajudou a abrir a mente com idéias simples e ao mesmo tempo inovadoras para cursos online!

Add comment Maio 2, 2008

Menos é mais

Convenhamos, um erro tão indesejável quanto não transmitir a informação correta, é a de sobrecarregar o leitor de dados confiáveis, mas que ele simplesmente não usará. Retomando uma frase célebre do filósofo francês Voltaire, de que “escrever é a arte de cortar”, entendo que isto vale para a produção de elearning.

Muitos pensam que cortar prejudica a transmissão de informações ao usuário, mas o efeito é justamente o oposto. Trata-se de melhorar o foco do curso, definindo exatamente o que ele deve saber. Quando se pensa que o usuário precisa saber de TUDO e não existe prioridade nenhuma, o curso perde-se no volume de informações.

Este vídeo ilustra exatamente o que eu quero dizer:

Legal, né? Este exemplo bem que poderia ser aplicado ao que acontece em muito elearning por aí. =D

Uma sugestão para evitar o congestionamento de informações é definir metas claras para o curso. Com o foco em uma direção, será mais fácil decidir o que é essencial, o que é conteúdo complementar e o que pode ser excluído.

Concorda? Discorda?

Add comment Abril 10, 2008

Reflexão: visões instrucionais

Estou há cerca de 3 anos no mercado de elearning, sei que a área tem bem mais tempo, mas, pelo que vejo, o clima ainda é de admirável mundo novo. Ainda existem pedagogos que não vêem a utilidade de um bom design e ilustradores que não sabem a diferença entre um curso e uma peça publicitária. Vira e mexe vejo afirmações do tipo: “o usuário vai se perder se não criarmos uma barra de instrução para ele”, ou “esse curso não vai ter mascote?Mas o usuário PRECISA de uma figura humana presente”. Enfim, no meio de alguns clichés e equivocos, o design instrucional de elearning sempre é um assunto quente.

Ultimamente, tem-se escrito muito sobre a área, principalmente em blogs (como este site!). Entre muitas tendências que eu encontro, resolvi destacar, apenas como exemplo de tantos outros, dois caminhos que eu considero sejam bem diferentes.

Por um lado, temos Tom Kuhlmann, com um ponto de vista extremamente prático para o Rapid Learning e o uso de ferramentas de autoria; por outro, o minimalismo tecnológico defendido por Mauri Collins, pesquisadora em Design Instrucional e defensora de uma abordagem bem mais acadêmica.

Considero que o design instrucional é um ramo relacionado à educação e por isso, não se pode ignorar as bases científicas para a formação do aprendizado e reduzir tudo à montagem de uma apresentação em slides; ao mesmo tempo é ingênuo não contar com o apoio da tecnologia para criar cursos versáteis e motivadores. Sejamos francos: o site da Mauri merecia um Photoshop, eu não tive paciência em navegar naquele layout!

É difícil encontrar um equilíbrio, ele depende do projeto, do cliente, dos objetivos de um curso e claro, de sua sensibilidade como designer instrucional… problemas novos para um admirável mundo novo!

Add comment Abril 7, 2008

Público-alvo: este ilustre desconhecido

Muito se fala em ter foco no público-alvo, mas normalmente pouco se sabe sobre ele. No mundo ideal, o responsável pelo desenvolvimento do curso deveria dedicar-se a conhecê-lo pessoalmente, realizando entrevistas, testes e acompanhando sua rotina de trabalho (dependendo do tamanho do projeto). No mundo real, a descrição do público-alvo dificilmente ocupa mais do que dois parárafos em um briefing ou um rápido relato do cliente. Com prazos e recursos escassos, devemos nos adaptar e atender de maneira satisfatória um público-alvo que não conhecemos no nível de detalhes que gostaríamos.

A seguir, eu coloco na mesa algumas dicas de como extrair informações valiosas para formar o perfil do seu público-alvo.

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Add comment Março 27, 2008

Não faça o aluno perder tempo com bla-bla-bla

Não é ruim quando você vai assistir uma aula, uma reunião ou um congresso e percebe que aquela meia hora de bla-bla-bla poderia ser resumida em três ou quatro sentenças?

Pensando no público de e-learning, ser consico e claro é ainda mais crítico, devido o cansaço da leitura na tela do PC e a facilidade que o aluno tem de sair do curso e, por exemplo, responder seus recados no Orkut.

No artigo anterior havia comentado sobre não fazer o aluno perder tempo com recursos desnecessários. Neste artigo, postei algumas sugestões em como fazer isso com uma redação concisa e direta. Espero que gostem!

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Add comment Março 12, 2008

Não faça o aluno perder tempo com recursos desnecessários!

De: www.articulate.com/rapid-elearning

A realidade é que nos projetos educacionais corporativos, muito cursos são compulsórios e a pessoa que participa dele não está necessariamente motivada a aprender o conteúdo. Para essas pessoas, é importante que o curso transmita seu recado e termine em um tempo razoável, não fazendo-a perder tempo em um infinito número de telas. Mesmo para cursos em que o aluno está motivado a aprender, é importante não desperdiçar a sua atenção com informações desnecessárias.

Dar o recado no volume certo e sem complicações é uma questão de prática e sensibilidade com relação ao seu público. Abaixo seguem algumas dicas. (more…)

Add comment Março 11, 2008

5 formas de tornar a navegação linear interessante

Às vezes o seu cliente não tem o prazo nem recursos necessários para um e-Learning cheio de interatividades e recursos visuais.
Assim, o resultado acaba sendo um curso linear e baseado apenas no famoso botão avançar.
Mas espere! Um curso assim não precisa ser necessariamente… chato.
Veja aqui algumas dicas da Cathy Moore sobre como tornar a navegação linear interessante. Espero que gostem!

Add comment Março 6, 2008

3 Links: Demonstrando conceitos abstratos

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O provérbio é antigo mas válido. Seguem alguns links para inspirá-lo a usar recursos visuais que expliquem conceitos abstratos, e torne seus cursos online mais fáceis de aprender.

Le Grand Content: PowerPoint, death, and hamsters

A partir de gráficos encontráveis no Powerpoint, o filme aborda uma seqüência de assuntos linkados entre si de maneira imprevisível. Vale a pena dar uma olhada:

Indexed: life condensed onto a notecard

Neste blog, Jessica Hagy utiliza gráficos em cartões para demonstrar visualmente circunstâncias do dia-a-dia.

Billy Collins Action Poetry

O vídeo abaixo é um outro bom exemplo de visualização de conceitos abstratos. Trata-se de um vídeo criado a partir de uma poesia do escritor americano Billy Collins:

Add comment Fevereiro 26, 2008

Inspiração: Video “Paul Rand: form and content”

Add comment Fevereiro 20, 2008

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