Porque e-learning não é ensino mecanizado
lgumas pessoas confundem e-learning com mecanização da informação. Acreditam que se aprenderem por um PC estarão perdendo algo que com certeza teriam se tivessem em sala de aula. Por outro lado, alguns acreditam que e-learning seja apendizado de baixa qualidade, simplesmente porque é feito sem uma pessoa ao lado, e portanto, é mecanizado.
Mas afinal de contas, o e-learning não é isso? A resposta é… não!
O fato é que o e-learning quando é aplicado corretamente tem muito de humano.
As empresas que investem no e-learning tentando aplicar o velho modelo de industrialização, ou seja, simplesmente trocar a pessoa (instrutor) pela máquina, cometem um grave erro porque é impossível o aprendizado sem participação humana.
As etapas de desenvolvimento do e-learning seguem o modelo ADDIE, que correspondem às etapas de Análise, Design, Desenvolvimento, Implementação e Avaliação. Todas as etapas envolvem profunda participação de diversos profissionais. Um programa de e-learning envolve especialistas no conteúdo, o designers instrucionais, os desenvolvedores de mídia digitais e frequentemente, revisores de usabilidade e texto. Todos devem compreender não apenas o assunto a ser abordado, mas a realidade vivida pelo público-alvo de forma a adequar o e-learning ao máximo às suas necessidades.
Isso não se parece com a produção de um e-learning:

O desenvolvimento de um e-learning tem mais a ver com isto:

Além disso, o trabalho não termina com a entrega do curso. A etapa de avaliação deve garantir que sejam recolhido os indicadores de aproveitamento e lições aprendidas que darão suporte para futuras melhorias e definirão os rumos para outros treinamentos.
Assim, o modelo ADDIE garante que a aplicação de um e-learning seja resultado de um trabalho de especialistas em instrução digital que acompanharão o treinamento e irão melhorá-lo continuamente. Isso para não falarmos no ambiente no qual o e-learning está inserido. Muitos ambientes de aprendizado, seguindo a tendência da Web 2.0 são altamente colaborativos e dependem exclusivamente de participação de pessoas para seu funcionamento.
Assim, o e-learning, e aqui incluo cursos, apostilas, podcasts, redes sociais entre outros, são mídias digitais, mas que em cada ponta, tem pessoas envolvidas que constróem um aprendizado essencialmente humano.
Add comment 01/07/2009
7 Motivos para usar locução no seu próximo projeto e-learning
Cursos com locução ainda são algo difícil de encontrar no mercado de e-learning no Brasil. Mas porque isso ainda acontece? Alistei sete motivos pelos quais as limitações clássicas como custo e limitação tecnológica já não são mais válidas e outras tantas que vão fazê-lo pensar seriamente em usar locução em seus próximos cursos e-learning.

1. O custo está baixando
Antigamente, um curso com locução dependia de uma super produção técnica e por isso o serviço era caro. Hoje em dia, por meio de softwares específicos, a tarefa de gravar e sincronizar o áudio se tornou mais fácil, reduzindo tempo e custo. Algumas empresas já tem isso como prática. A E-Guru, por exemplo, tem experiência em projetos personalizados com locução.
2. A infraestrutura do público melhorou
Hoje em dia, graças à popularização da Internet de banda larga e aumento do número de PCs com suporte à áudio nos terminais de trabalho, é muito mais fácil implementar cursos com recursos mais pesados, como locução. Qualquer PC que tenha condições de abrir vídeos no YouTube é capaz de rodar cursos igualmente ricos em áudio e vídeo streaming. A não ser que sua empresa trabalhe com PCs 486 e rodem Windows 3.11, o único requisito será obter um fone de ouvido.
3. Concentração
Em cursos com locução o aluno aumenta o grau de concentração, pois utilizando o fone de ouvido ele evita distrações externas e envolve o sentido da visão combinados com a audição e os controles do mouse para interatividades, proporcionando uma experiência mais imersiva.
4. Menor cansaço visual
Todos sabemos que ler na tela do PC é mais cansativo do que parece. Assim, quando o curso tem narração evitamos que o aluno tenha que ler o texto na tela, diminuindo o seu desgaste. Você pode ver um exemplo disso no demo do curso Sexual Harassment da Ah-ha Media.

Clique aqui para abrir o demo do curso
5. Visualmente inteligente
Os cursos com narração não precisam ter o texto locutado na tela e, com isso, ganha-se mais espaço para representar visualmente o que está sendo narrado. Assim, além de evitar o cansaço visual causado pela leitura, há um aproveitamento melhor do layout do curso. O exemplo abaixo demonstra diversos níveis de omo a locução pode gradativamente diminuir a quantidade de texto e deixar a tela livre para o que realmente importa, funcionando como apoio para o conteúdo narrado.

Clique aqui para abrir a demonstração
6. Enriquecimento do aprendizado
Quando utilizamos áudio em um curso online, abre-se uma nova área a ser explorada em benefício do aprendizado. Você pode simular vozes de clientes que em diferentes tons podem sugerir uma ou outra ação a ser tomada. Também é possível simular os sons de ferramentas em funcionamento ou de animais, o que torna o aprendizado mais completo e pode ser um fator decisivo na capacitação do aluno.
7. Pensando além da voz
Além da locução, você pode aplicar músicas e efeitos sonoros e enriquecer a experiência do aluno de uma forma única, aumentando o realismo e envolvendo emocionalmente o aluno. Confira o efeito envolvendo provocado pelos som ambiente na abertura deste curso de primeiros socorros da E-Mersion:
Clique aqui para abrir o curso
É claro que nem sempre será possível ou mesmo necessário incluir locução em seus cursos online. Mas não deixe de levar isso em conta em seu próximo projeto de e-learning. O segredo está em saber quando e como aplicar este recurso. Em um artigo posterior comentarei sobre o que você precisa saber para incluir locução de uma maneira inteligente e efetiva.
2 comments 29/06/2009
Como o e-learning pode quebrar barreiras entre aprendizado e trabalho

No artigo anterior comentei sobre a importância do e-learning focado em mudança de desempenho. Em meu trabalho, busco alcançar isso por adotar diferentes estratégias para, cada vez mais, produzir cursos baseados no mundo real.
Mas até onde podemos levar o e-learning para o mundo real? As possibilidades tecnológicas diminuem cada vez mais as fronteiras entre aprender e aplicar o conhecimento adquirido e o e-learning pode fazer parte do trabalho em si. Isso aconteceu em um projeto meu recente sobre Gestão de Riscos para gerentes de uma grande companhia. Veja como foi:
O objetivo do projeto
A meta era sensibilizar os gerentes para a avaliação de riscos em seu departamento. No início do curso eu fiz os alunos refletirem nos riscos de seu departamento e descreverem isso em campos específicos. Ao longo do conteúdo, recuperei as informações preenchidas e as utilizei para eles calcularem a freqüência e severidade do risco, e terem idéia do risco residual de sua área. Assim, o aluno aprendeu não a partir de exemplos genéricos, mas de riscos identificados por ele próprio e que dizem respeito à sua área.
A inovação
Até aí estávamos satisfeitos, pois haviamos atingidos os objetivos do curso por personalizar o conteúdo e focar na atividade real dos alunos, que seria de avaliar os riscos de sua área. Mas fomos além. Os riscos preenchidos pelos gerentes agora alimentam um relatório disponível para o CRO (Chief Risk Officer) que ele utilizará nas suas reuniões com os gestores para a definição dos riscos de cada área.
Benefícios
Assim, o e-learning funcionou não apenas como aprendizado, mas como primeira etapa na estruturação dos dados a serem analisados pelos gestores, sendo parte inicial do projeto de mapeamento de riscos que traçará a estratégia global da companhia para o repasse de recursos para a filial Brasil.
Existem muitas outras formas para unir aprendizado e trabalho. Mais do que recursos tecnológicos, é necessário uma abordagem extremamente prática para o e-learning.
Considere:
- Após o curso, que atitudes práticas são esperadas do aluno? É possível “embutir” estas tarefas ao longo do curso?
- Qual tecnologia eu posso utilizar para que ocorra esta interação?
- Se o curso já tem o material fechado, vale a pena dar uma passo para trás e reforumá-lo de forma a integrar com uma atividade do trabalho?
Estas são algumas perguntas que eu tenho feito. Em breve trarei mais sugestões práticas sobre como aplicar esta metodologia e tornar o e-learning parte integrante do trabalho.
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Saiba mais sobre projetos e-learning:
Projeto WEG ganha prêmio – Veja as lições aprendidas deste projeto premiado no e-Learning Brasil 2008.
E-learning como oportunidade contra a crise – Confira como o e-learning pode ser metodologia imbatível em tempos de crise (ou não).
Add comment 12/06/2009
3 Segredos do e-learning eficaz

O que é um e-learning eficaz? Este assunto pode ser respondido de muitas maneiras, mas uma forma que me ajudou muito como designar instrucional é:
“Para um curso online ser eficaz ele deve produzir mudança real e mensurável de desempenho do aluno.”
Isso pode ser obtido por meio de uma abordagem focada na performance e não apenas em repassar informação. Mas como fazer isso? A seguir considerarei três aspectos que fazem a diferença em qualquer curso e-learning.
1) Objetivos que motivam
Os objetivos do curso são, muitas vezes descritos de maneira burocrática e delegados à uma informação de segunda importância. No entanto, atingir os objetivos propostos deve ser o foco principal do seu curso. Acontece que é impossível manter-se focado em desenvolver um assunto a partir de um objetivo vago ou simplesmente desinteressante. Se para nós é ruim, imagine para o aluno.
Sendo assim, se necessário, reescreva os objetivos do curso para ações concretas que façam diferença no dia-a-dia do aluno. Por exemplo:
Ruim:”Este curso irá abordar os métodos necessários para habilitá-lo a descrever e reconhecer os processos internos para a solicitação e retirada de fotocópias no departamento de expedição“.
Bom: “Este curso vai ensiná-lo a como poupar tempo ao pedir cópias, liberando seu tempo para outras tarefas”.
O exemplo acima mostra como um simples curso sobre procedimentos pode dar ao aluno algo muito mais valioso: Tempo. Acredite: essa mudança de perspectiva valoriza seu curso e realmente é eficaz (os publicitários fazem isso o tempo todo).
2) Ação!
Este item está relacionado aos objetivos e ressalta que o conteúdo do curso esteja baseado em situações reais vividas pelo público. Assim, dê prioridade para demonstrar a prática da atividade e somente o que é essencialmente necessário para alcançar o desafio proposto pelos objetivos do curso. As informações adicionais podem ser incluídas no curso, mas merecem ser colocadas numa categoria à parte, evitando que “quebrem” o ritmo do curso.
Siga estas dicas:
- Conte histórias para ilustrar e, se possível, que sejam reais.
- Se há personagens no curso, utilize-os como protagonistas e não como apresentadores.
- Forneça material de apoio que possa ser usado pelo aluno após a conclusão do curso.
3) Conteúdo adaptável
Alguns pensam que bons cursos requerem interações o tempo todo. Outros acreditam que isto seja uma bobagem, chamando isso de “perfumaria”. É verdade que há espaço para cada tipo de recurso em determinado momento mas, por trás de cada interatividade deveria haver algo mais importante: a interação com o conteúdo. Isto significa fazer o aluno perceber as relações de causa-e-efeito de suas ações e formatar o curso de forma a preencher as lacunas de aprendizado do aluno, ensinando somente onde há falta de desempenho.
Siga estas dicas:
- Coloque pontos de decisão no conteúdo e forneça feedback imediato.
- Não tenha medo de fazer o aluno errar.
- Não obrigue o aluno a assistir tudo nem bloqueie a navegação do curso.
Combinadas ou não, as técnicas acima são bem práticas e às vezes requerem mais tempo de análise e desenvolvimento de nossos cursos online. Mesmo assim valem a pena, pois promovem aprendizado prático e oportuno, exigindo menos tempo de estudo e maior eficiência na aplicação dos conhecimentos adquiridos.
Saiba mais:
Não faça o aluno perder tempo com bla-bla-bla – Dicas práticas para melhorar textos de e-learning.
Action Mapping – Metodologia de design instrucional baseada na performance desenvolvida pela Cathy Moore.
7 Tips for better elearning Scenarios – Sete estratégias para desenvolver pontos de decisão no seu curso.
Add comment 08/06/2009
Comunicação corporativa via mídia social
Crédito da tradução: Sedentário&Hiperativo =)
Add comment 28/05/2009
Links da semana – 28.05.09
Semanalmente postarei links com artigos relevantes sobre e-learning e assuntos afins. Se desejar, também poderá acompanhar minhas atualizações via Twitter.
Educate – Aplicativo Iphone para e-learning que permite gerenciar os alunos e criar material de estudo.
50 Ways to use Social Media, listed by Objective – Uma boa lista para inspirar iniciativas colaborativas em e-learning.
25 Tools: A Toolbox for Learning Professionals 2009 – Seleção da Jane Hart para 25 ferramentas que facilitam a vida de quem trabalha na área de treinamento e desenvolvimento presencial e/ou e-learning.
30 Examples of Attractive Nav - Exemplos de navegação em sites, mas que podem ser aplicadas em ambientes interativos, como e-learning.
The future of e-learning is social learning – Outra apresentação da Jane Hart, demonstrando o poder do aprendizado informal nas comunidades online.
Add comment 28/05/2009
Inspiração: Infográficos para contar histórias
Os infográficos são largamente utilizados tanto na mídia impressa com nos ambientes virtuais. Eles ajudam a visualizar dados abstratos e facilitam o aprendizado. Funcionam muito bem em cursos online, principalmente quando combinados com interatividade e relações de causa-e-efeito.
Há alguns meses, comentei sobre eles neste artigo.
O clipe abaixo utiliza de maneira criativia e inovadora os infográficos para contar a história de Chapeuzinho Vermelho. Enjoy!
Add comment 26/05/2009
Vídeo – Por uma re-moralização do trabalho
Nas empresas de hoje a gestão de pessoas oscila basicamente entre regras e incentivos. Em regras incluem-se as políticas de horário, métodos de trabalho, currículo de cursos e restrições em geral. Os incentivos referem-se àquilo que estimulam as pessoas a continuarem aceitando as regras, ou seja: salário, reconhecimento, diplomas e bonificações.
No vídeo abaixo, Barry Schwartz argumenta de forma veemente que as regras muitas vezes nos falham, incentivos podem se tornar tiros que saem pela culatra, e que a sabedora prática nos ajudará a reconstruir o mundo. Isso pode ser parte das novas premissas para treinamento e desenvolvimento dos profissionais do futuro.
Este vídeo é um belo apelo à re-moralização do trabalho, baseada em nossa virtude e à capacidade de improvisar.
Add comment 25/05/2009
6 exemplos criativos de linhas do tempo
As linhas do tempo demonstram de maneira prática os eventos em determinado momento histórico. Elas são usadas como lembretes de “marcos” históricos ou para estabelecer ligações entre um evento e outro. Muitas delas são organizadas em escala, ou seja, distribuem os eventos com espaço entre si proporcionalmente à distância de tempo entre eles.
Alguns sites utilizam linhas do tempo de maneira educativa. Com os recursos do Flash é possível torná-las interativas, enriquecendo a experiência do usuário e facilitando o seu entendimento.
Muitas vezes um e-learning precisa apresentar eventos em seqüência cronológica. Talvez seja a hora de utilizar uma linha do tempo interativa.
Se este é o caso, organizei alguns exemplos disponíveis na internet que podem ser usados como referência no seu próximo projeto.
História da Internet – UOL
Linha baseada apenas em textos e sem alimentação com notícias externas.
http://sobre.uol.com.br/historia/historia.jhtm
História da Internet – Discovery Channel
Linha do tempo em formato de disco, oferece uma navegação inovadora, porém não é muito intuitiva:
http://www.discoverybrasil.com/internet/interactivo.shtml
Linha do tempo – Articulate Engage
Exemplo de linha do tempo criada com software de autoria Engage, conta com recurso de locução: http://www.articulate.com/products/demos/engage/engage_10/timeline/
História da Grã-Bretanha – BBC
Esta linha do tempo se destaca pela divisão em eras e a possibilidade de aplicar zoom em determinadas épocas. Além disso, links externos aprofundam o conteúdo:
http://www.bbc.co.uk/history/interactive/timelines/british/index.shtml
Monstros do mar – National Geographic
Esta linha do tempo é altamente interativa e tem como pano de fundo o planeta Terra. Oferece informações sobre animais pré-históricos e dá opção de explorar o conteúdo por continente, tomando a pesquisa por outro ponto devista:
http://www.nationalgeographic.com/seamonsters/timeline/index.html
História dos EUA
Esta linha do tempo é bastante simples, mas demonstra de maneira interessante os fatos ligados entre si, sobre um mapa único. Além disso, a barra de rolagem tem papel instrutivo, representando a expectativa de vida da época:
http://www.digitalhistory.uh.edu/timeline/timelineO.cfm
1 comment 20/05/2009
ELGG é o LMS do futuro?
O futuro da educação passa pelo aprendizado colaborativo e informal, com o conhecimento compartilhado de maneira horizontal e melhorado por meio de experiência prática. Isso requer uma mudança comportamental de quem ensina e de quem aprende, mas além disso, é necessário uma ferramenta que dê conta desta nova dinâmica na gestão do conhecimento no futuro.
Hoje em dia, as plataformas de rede social são aplicadas mais comumente para fazer amigos, compartilhar fotos, vídeos e comentários. Mas, aplicadas para o ensino, ferramentas com estas características podem dar suporte para o aprendizado formal e informal em instituições de ensino ou no ambiente organizacional.
Um bom exemplo é o ELGG, uma plataforma gratuita e open source de redes sociais, altamente configurável, que pode ser utilizada para aprendizado colaborativo.

Perfil de usuário no ELGG
O ELGG, permite que usuários publiquem, organizem e compartilhem material de aprendizado e de trabalho.Ele oferece as melhores ferramentas de gestão do conhecimento da Web 2.0, como blogging, micro-blogging, social bookmarking, social networking, compartilhamento de arquivos, ferramentas de colaboração e ferramentas de comunicação.
Ele facilmente organiza grupos de trabalho que podem aprender de forma informal e colaborativa. Cada usuário possui seu perfil próprio, como no Orkut ou Myspace. O conteúdo é exibido em caixas personalizadas (widgets) e podem ser ordenadas conforme a necessidade do usuário.
Estabelecer uma rede com outros usuário é um aspecto importante desta ferramenta. Você pode adicioná-los como amigo e formar sua rede social. O sistema de mensagens permite que você entre em contato com outros membros da rede. Confira a seguir, algumas funcionalidades aplicadas ao ensino:
Blog
Qualquer usuário pode manter um blog dentro da rede. Os blogs são altamente configuráveis e, com um pouco de conhecimento de HTML é possível incluir uma grande variedade de mídia, como vídeos do YouTube e apresentações do SlideShare.

Editor de Blog no ELGG
Bookmarks
Os usuários também podem fazer e compartilhar sua lista de websites, ou bookmarks. Os links podem ser internos ou externos e, ao serem atualizados, os usuários que participam da lista serão notificados via mensagem automática.
Feeds RSS
O ambiente permite que usuários “assinem” as páginas de interesse, para que as atualizações sejam informadas e lidas diretamente em seu perfil. Assim, podem se atualizar com status de um projeto ou a disponibilização de uma aula virtual.
Arquivos
Qualquer usuário pode armazenar arquivos no ambiente, como tabelas, documentos, áudio, vídeos etc. Na prática estes arquivos podem ser visualizados como uma galeria, e podem armazenar manuais, tabelas, apostilas, vídeoaulas etc.

Compartilhamento de arquivos no ELGG
Páginas Web
Os usuários também podem criar páginas Web a partir do ambiente.Elas podem ser estáticas ou em formato Wiki.
MicroBlogging
O serviço parecido com o Twitter, permite o envio de mensagens de até 140 caracteres e comunicar com toda a sua rede de contato determinadas mensagens rápidas, como dúvidas, dicas e links. Na prática, um usuário pode enviar o status de um projeto ou comunicar o horário da próxima video conferência.
Grupos

Página de grupo no ELGG
O recurso de grupo é muito útil para trabalho em equipe e possui funcionalidades como: discussão, arquivos compartilhados, páginas e até calendário de eventos. Na prática, cada grupo pode estar vinculado a um projeto e ser um local aprendizagem e troca de informações sobre ele.
Tags
Sempre que um usuário cria um conteúdo no ambiente, ele insere “tags”, ou palavras-chave que irão categorizar o arquivo e auxiliar na sua localização em futuras buscas. Assim, quando um usuário deseja localizar um termo, todos arquivos, blogs e grupos classificados com a palavra buscada serão alistado no resultado da busca.
Como mencionado, o futuro da educação passa pelo ensino colaborativo e informal, mas isso requer uma mudança comportamental. Muitos podem argumentar que isso nem sempre ocorre com o mesmo ritmo do que a oferta de produtos tecnológicos, mas é bom notar que as ferramentes oferecidas pelas plataformas sociais são as mesmas utilizadas para entretenimento em redes sociais como Orkut e Myspace. No caso do ELGG, elas foram apenas organizadas num ambiente integrado, open-source e gratuito.
E você, acredita que uma rede social como o ELGG possa ser aplicado como alternativa colaborativa ao tradicional LMS?
Add comment 18/05/2009
Motivos para aplicar e-learning em sua empresa (motivo 3 de 5)
Esta apresentação faz parte dos “Cinco Motivos para Aplicar o e-Learning em sua Empresa”, ainda em desenvolvimento.
Nesta terceira parte, apresento o e-learning como alternativa sustentável para empresas preocupadas em diminuir seu consumo de energia, emissão de dióxido de carbono e uso de papel.
Os próximos motivos serão:
* É flexível
* Promove a era do conhecimento
Esta série de apresentações visa sensibilizar as empresas ao potencial do e-learning em suas diversas modalidades.
Confira as apresentações já publicadas:
Add comment 15/05/2009
Game online simula combate à epidemia de gripe
O game online mostra que podemos nos preparar para a doença provocada pelo vírus e que a investigação científica desempenha um papel fundamental nesta preparação.
O jogador coloca-se nos papel de uma organização internacional para gerir um surto mundial de um novo vírus influenza, antes que se transforme em uma pandemia. As medidas que podem ser tomadas pelo jogador custam dinheiro e seu orçamento é limitado. É uma corrida contra o relógio.
Add comment 06/05/2009
Blogs: aplicações corporativas
A gestão do conhecimento é fundamental para se conseguir alcançar a excelência operacional nos processos internos de qualquer tipo de negocio.
Os blogs já nasceram com muitas características necessárias para uma gestão do conhecimento eficiente, como:
- possibilidade de buscas por palavras-chave.
- classificação do assunto por categorias.
- simplicidade de atualização.
Eles permitem encontrar a informação rapidamente e aumentar a produtividade por meio de uma ferramenta de baixo custo. Abaixo, seguem algumas aplicações práticas desta ferramenta no ambiente organizacional.
Relacionamento e suporte ao cliente
No relacionamento com o cliente o blog pode funcionar como uma importante ferramenta de marketing. Ele não é substituto para a página web tradicional, já usada pela maioria das empresas. No blog, além de consultar o que a empresa tem a dizer, o cliente também conversa com ela. Seu papel é trazer para perto da empresa seus clientes, funcionários ou mercado e dar uma cara mais humana ao relacionamento cliente-funcionário-empresa.

Os blogs possibilitam diálogos mais sinceros e confiáveis, pois são feitos de pessoa-a-pessoa e não de pessoa-a-empresa. Além disso, se antes tratávamos o público por segmentos como homens, mulheres, jovens e idosos, com os blogs passamos a tratá-los por indivíduos. Além disso, ao comentarem no blog, os clientes deixam importantes dicas de seus gostos e necessidades, muitas vezes acompanhados de dados pessoais como nome, cidade, idade, e-mail, entre outros. Estas informações podem apoiar o sistema de CRM na organização, auxiliando no conhecimento do cliente, no histórico de contato destes com a empresa, na escolha de parceiros e na integração dos departamentos da empresa tendo o cliente como elo.
No suporte ao cliente, o blog pode atuar como um portal de informações técnicas sobre os produtos e serviços oferecidos pela companhia, trabalhando em paralelo com sistema de call center e atendimento técnico, aliviando as chamadas deste atendimento de maneira menos custosa, pois o blog possui baixo custo de manutenção e atualização comparado aos sistemas tradicionais de atendimento ao cliente. A idéia na utilização do blog neste sentido não é substituir as ferramentas já existentes de suporte ao cliente, mas efetuar em paralelo ao suporte com informações importantes ou perguntas mais freqüentes.
Gestão de projetos
O blog pode ser uma ferramenta mais útil para a gestão de projetos do que o e-mail, pois centraliza e mantém as informações acessíveis para outras áreas da empresa. Isso é fundamental para projetos que exijam um envolvimento organizacional completo.

Alguns tipos de informação que poderiam ser armazenados em um blog de gestão de projetos são: problemas encontrados, agendamento de reuniões, comunicação de mudanças, orientações da equipe, troca de arquivos ou informações específicas importantes, lições aprendidas, entre outras.
Comunicação interna e relações públicas
Para a comunicação interna, o blog tem uma função parecida com a da intranet corporativa: é um canal de comunicação de assuntos de interesse da companhia e seu corpo de colaboradores. No entanto, a diferença está na facilidade e dinamismo da ferramenta blog nesse tipo de tarefa.

Um representante da alta direção ou mesmo o responsável pelas comunicações internas pode escrever para todos os funcionários, reunir as opiniões de todos os funcionários de forma praticamente instantânea, e ao mesmo tempo, abrir caminho para uma gestão transparente e clara. Se o assunto é gestão de mudanças, integração de colaboradores ou a comunicação de noticias internamente, o blog tornará essa tarefa algo simples e eficaz, os funcionários escreverão e passarão a se sentir mais envolvidos com a empresa e, mais ainda, ficarão alinhados com a estratégia da companhia mais facilmente, devido ao canal aberto e espaço para comentários.
Na era em que vivemos, funcionários e clientes tem voz ativa nas decisões organizacionais, ao mesmo tempo em que o conhecimento passa a ser o ativo mais valioso das companhias. Assim, comparado com outras mídias, o blog destaca-se por ser um canal bi-direcional de comunicação com resposta rápida e baixo custo de implementação e atualização.
Se desejar saber mais sobre aplicações corporativas de blogs, conheça o livro Blog Corporativo, de Fábio Cipriani.
Add comment 17/04/2009
O que é o processo criativo?
Esta é uma pergunta difícil de responder, mas o pessoal do DDO tentou representá-lo com o fluxograma abaixo.

Segundo o site, o processo criativo não é sequencial, é recursivo. Funciona como galhos de uma árvore, e cada escolha tem ramificações, que não podem ser conhecidas antecipadamente.
Veja de perto clicando aqui.
Add comment 07/04/2009
Inspiração – Video: A crise financeira visualizada
A crise financeira é algo que muito temem mas nem todos entendem. Estes vídeos traduzem a crise de maneira de forma atraente e fácil de entender.
Estes vídeos exemplificam como um bom design instrucional pode facilitar o aprendizado de temas complexos e como as tecnologias combinadas ajudam a entregar mais informação em menos tempo.
Parte 1
Parte dois
Add comment 26/03/2009



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